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Android ART no 4.4 marca o início do fim do compilador Dalvik

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Qual é a coisa que nunca é suficiente em nossos tablets ou smartphones? A resposta: a velocidade com que os aplicativos são executados! Bem podemos ter CPUs quad-core e octa-core, 2 e 3GB de RAM, mas sempre continuaremos a ter aqueles “vários segundos” ao abrir ou executar algum aplicativo arratando-se vagarosamente ao seu total funcionamento. Mas isto já é passado, pois a Google já possui um novo método para acelerar aplicativos no Android e para quem tem o Android 4.4 KitKat, já é possível experimentar o ART.

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O Android é um sistema imensamente versátil, e em parte isso deve-se ao fato de seus aplicativos serem baseados em Java. Isso faz com que um app para Android possa “rodar” em diversos equipamentos distintos e diferenciados, mas em contrapartida este método faz com que todos os executáveis fiquem em um formato intermediário que tem que ser interpretado a cada execução.
Para isso existe um programa “runtime enviroment” (ambiente de tempo de execução) que tem a seu cargo analisar os aplicativos e transformá-los em códigos verdadeiramente executáveis no sistema em que está executando. – (este que poderá ser um chip ARM, Intel ou qualquer outro por exemplo). No Android esse runtime chama-se Dalvik – um compilador “JIT” (Just In Time) que nada mais é do que “tradutor” que converte, em tempo de execução, instruções de um formato para outro. [fonte: Wikipédia].

Mas o Google quer levar as coisas mais além, e trabalhou em um novo runtime as escondidas, chamando-o de ART e que usa um conceito bem diferente.

Android ART

Em vez de ser um sistema que a cada execução de um aplicativo o mesmo será interpretado e traduzido para uma linguagem executável, o ART é um compilador AOT (Ahead-of-time). Ou seja, todo o trabalho que o Dalvik faz repetidamente, o compilador ART faz apenas uma única vez no momento da instalação do aplicativo.

Este método tem o inconveniente de ser um pouco mais demorado durante o processo de instalação de um aplicativo, mas mas tem a enorme vantagem de ficarmos com os aplicativos “nativos” prontos para serem executados sem qualquer outro passo adicional de interpretação.

Embora por agora este ART apenas esteja disponível de forma experimental – (e podendo até causar problemas para os aventureiros menos avançados e não developers) torna-se visível as melhorias no desempenho dos apps, inclusive causando o impacto na autonomia da bateria, pois o sistema poderá passar mais tempo em modo ocioso.

Esta chegada “disfarçada” do ART no Android 4.4 KitKat é o sinal de que faltará pouco tempo para que venha a ser adotado definitivamente como runtime oficial do Android (talvez no 4.5 – ou no 5.0). O que é certo é que o Android ficará mais rápido que nunca… e nós os usuários agradeceremos!

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